Impacto da frenotomia na amamentação de bebês com anquiloglossia
Impacts of frenotomy on breastfeeding in infants with ankloglossia
DOI:
https://doi.org/10.59752/rci.v15i1.292Palavras-chave:
Aleitamento Materno, Frenectomia Oral, AnquiloglossiaResumo
Introdução: A anquiloglossia é uma alteração congênita caracterizada por um frênulo lingual curto ou espesso, capaz de limitar a mobilidade da língua e prejudicar sua funcionalidade. O diagnóstico precoce e a intervenção adequada são essenciais para prevenir o desmame precoce e garantir o desenvolvimento adequado do recém-nascido. Objetivo: Avaliar o impacto da frenotomia na amamentação de recém nascidos com anquiloglossia e correlacionar os escores Protocolo de Bristol e Formulário de Observação da Mamada da UNICEF. Métodos: Estudo descritivo realizado com 23 díades de mãe-bebê atendidas na maternidade do Hospital do Servidor Público Estadual “Francisco Morato de Oliveira” entre agosto de 2024 e agosto de 2025. Foram aplicados o Protocolo de Bristol para avaliação do frênulo e o Formulário de Observação da Mamada da UNICEF antes e um mês após a frenotomia. As análises estatísticas incluíram testes de Wilcoxon, Mann-Whitney, Kruskal-Wallis e correlação de Spearman, com nível de significância de p<0,05. Resultados: A amostra foi composta majoritariamente por meninos (56,5%), com mediana de peso ao nascer de 3080 g. Todas as mães relataram alguma dificuldade na amamentação; As principais queixas foram relacionadas à pega (59,1%), à sucção (27,3%) e a afecções mamárias (13,6%). A frenotomia resultou em melhora significativa dos escores de Bristol (pré: mediana 3,43 → pós: 8; p><0,001). Entretanto, não foi observada correlação significativa entre os dois instrumentos (r=0,148; p=0,500), sugerindo que não são preditores diretos um do outro. Também não houve correlação entre o tempo até a realização da frenotomia e o grau de melhora percebido pelas mães (r=-0,24; p=0,27). Conclusão: A frenotomia demonstrou impacto positivo na amamentação, o que reforça a importância desse procedimento. Apesar disso, a ausência de correlação entre os escores dos protocolos de Bristol e UNICEF indica que eles não são ferramentas preditoras entre si.>< 0,05. Resultados: A amostra foi composta majoritariamente por meninos (56,5%), com mediana de peso ao nascer de 3080 g. Todas as mães relataram alguma dificuldade na amamentação; As principais queixas foram relacionadas à pega (59,1%), à sucção (27,3%) e a afecções mamárias (13,6%). A frenotomia resultou em melhora significativa dos escores de Bristol (pré: mediana 3,43 → pós: 8; p<0,001). Entretanto, não foi observada correlação significativa entre os dois instrumentos (r=0,148; p=0,500), sugerindo que não são preditores diretos um do outro. Também não houve correlação entre o tempo até a realização da frenotomia e o grau de melhora percebido pelas mães (r=-0,24; p=0,27). Conclusão: A frenotomia demonstrou impacto positivo na amamentação, o que reforça a importância desse procedimento. Apesar disso, a ausência de correlação entre os escores dos protocolos de Bristol e UNICEF indica que eles não são ferramentas preditoras entre si.>< 0,001). Entretanto, não foi observada correlação significativa entre os dois instrumentos (r=0,148; p=0,500), sugerindo que não são preditores diretos um do outro. Também não houve correlação entre o tempo até a realização da frenotomia e o grau de melhora percebido pelas mães (r=-0,24; p=0,27). Conclusão: A frenotomia demonstrou impacto positivo na amamentação, o que reforça a importância desse procedimento. Apesar disso, a ausência de correlação entre os escores dos protocolos de Bristol e UNICEF indica que eles não são ferramentas preditoras entre si.
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